13.5.08
Biblioteca Digital

Uma bela biblioteca digital, desenvolvida em software livre, mas que está prestes a ser desativada por falta de acessos. Imaginem um lugar onde você pode gratuitamente:
· Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci;
· escutar músicas em MP3 de alta qualidade;
· Ler obras de Machado de Assis Ou a Divina Comédia;
· ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA
· e muito mais!

Esse lugar existe! O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso, basta acessar o site:

www.dominiopublico.gov.br

Só de literatura portuguesa são 732 obras!

Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.


mobilização pelo SESC

O Governo Federal está querendo tirar a verba destinada ao SESC,
vamos colaborar para isto não aconteça assinando a petição on line:
http://www.PetitionOnline.com/gg1jg2fh/petition.html

Abaixo carta do Danilo dos Santos Miranda,
Diretor e idealizador do SESC.

Gostaria de compartilhar com todos vocês o risco a que o SESC está exposto neste momento. Talvez já tenham tomado conhecimento pela imprensa: o governo federal lançou medidas para melhoria da formação técnica dos jovens brasileiros que, do modo como estão sendo propostas, por mais bem intencionadas que sejam, constituem ameaça de uma intervenção do Estado em uma entidade privada.
O projeto, em resumo, pretende rever a distribuição dos recursos do impropriamente chamado Sistema S. Determina que boa parte da arrecadação dessas entidades seja remanejada para um novo Fundo destinado à formação técnica. O fato, porém, é que as entidades do chamado Sistema S são em si resultado de Fundos já criados, lá nos anos 40, em parte, com a mesma finalidade.
O remanejamento dos recursos desses Fundos para outro novo Fundo implicará na restrição drástica da diversidade e do alcance da reconhecida ação do SESC, em prejuízo da educação permanente promovida diariamente a seus milhares de freqüentadores assíduos.
Diante desse quadro, sinto que é meu dever dirigir-me uma vez mais a vocês, sobretudo porque estou seguro do valor desta instituição.
A melhor maneira de conferir o significado de sua ação é vivenciar o dia-a-dia nas unidades (atualmente são 31, somente no Estado de São Paulo); ouvir o relato dos freqüentadores sobre a importância do SESC em suas vidas e para suas famílias; estar e usar os equipamentos e instalações de primeira qualidade, abertos a todos os estratos sociais, e participar das inúmeras atividades que abrangem um amplo arco de interesses e necessidades, reunindo um público extremamente diversificado.
Acredito que todos vocês já tiveram essa oportunidade. São, portanto, testemunhas da natureza beneficamente eficaz, engajadamente eficiente e profundamente educativa do trabalho que o SESC desenvolve há mais de 61 anos. Esse patrimônio não pode ser sacrificado no altar de prioridades transitórias, em nome das quais se engendra um prejuízo incalculável ao país.
Tornar a Educação meramente técnica, burocrática e pragmática, dissociando-a do universo simbólico, subjetivo, crítico e criativo, cerne da Ação Cultural, é um evidente retrocesso, fruto de visão flagrantemente obscurantista.
Certo de que compreenderão a gravidade dessa perspectiva, escrevo a vocês, formadores de opinião, representantes de classes, artistas, pensadores, amigos e parceiros do SESC para que se manifestem, pelos meios ao seu alcance, em prol da continuidade de nosso trabalho. Um projeto que, afinal, construímos juntos.

Danilo Miranda
Danilo Santos de Miranda
Diretor Regional do SESC - SP


Centro Cultural da Juventude - Programação de junho de 2008








1.11.07
Pé de Mulambo - arrasta-pé, pé, moçada

"Rabeca de caxeta,
cavatele de canela
Ela chora nos meus braços
Eu choro nos braços dela..."

O Pé de Mulambo realiza um trabalho calcado nas tradições da Rabeca e da Viola de 10 cordas com seus baiões, xotes, choros, ponteados e cantorias. O repertório também apresenta adaptações gêneros regionais nordestinos como cocos e cirandas; e do sudeste, como fandangos, cateretês e folias, além de releituras dos forrós pé-de-serra e composições próprias.
A formação base é composta pelos músicos:
Filpo Ribeiro (SP) ? Vocais, Rabeca, Viola de 10 cordas e Violão;
Guluga (PE) ? Vocais e Zabumba; e
Rone Gomes (PE) ? Vocais, Triângulo, Ganzá e Pandeiro.
O diálogo entre as melodias de Rabeca-Viola-Vocais com a percussão suingada e precisa resultam numa sonoridade vigorosa e muito dançante, que marcam as apresentações do grupo.

 
   
     


 
 
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